segunda-feira, 30 de março de 2015

DOMINGO DE RAMOS E DA PAIXÃO DO SENHOR

Com a celebração do Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor, a Igreja inicia solenemente a grande semana em que celebra o tríduo Pascal em preparação para a Páscoa de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Nas paróquias da forania São Benedito realizaram as celebrações desse momento importante de nossa caminhada rumo a Paixão - Ressurreição.

Eis fotos das celebrações em algumas de nossas paróquias da forania:



  • Paróquia Nossa Senhora da Conceição - Icatu


  •  Paróquia São José do Periá - Humberto de Campos


  • Paróquia de Santo Amaro

Estas foram algumas fotos que encontramos nas redes sociais. 







sábado, 28 de março de 2015

AS CELEBRAÇÕES DA SEMANA SANTA

O que se celebra na Semana Santa

Dom Pedro Brito Guimarães
Arcebispo de Palmas (TO)

A Igreja Católica abre liturgicamente, com o Domingo de Ramos e da Paixão, a Semana Santa. Este Domingo, portanto, é a porta de abertura e de entrada da Semana Santa. De forma muito breve, podemos afirmar que as ações litúrgicas da Igreja são, ao mesmo tempo, ações rememorativas (fazem memória litúrgica de um evento salvífico), demonstrativas (atualizam seus efeitos salvifícos) e prognósticas (abrem as portas do futuro escatológico). No Domingo de Ramos e da Paixão os dois mistérios centrais da vida de Jesus e, por conseguinte, da vida cristã, são rememorados, demonstrados e prognosticados. Na celebração da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, a Igreja faz, solenemente, o anúncio pascal da paixão morte e ressurreição de Jesus. Vejamos:

Primeiro, Paulo, na Carta aos Filipenses, descreve o esvaziamento de Jesus, ao assumir a condição de escravo, fazendo-se igual ao homem, obediente até a morte de cruz (Fl 2,6-8). Marcos completa a tragicidade desta paixão, ao afirmar que Jesus entra em Jerusalém pequeno, humilde e pobre, montado num jumento (Mc 11,1-7). E em seguida, anuncia a sua paixão com todos os detalhamentos que ela comporta (Mc 15,1-39).

Segundo, por causa disto, diz também Paulo que Deus o exaltou e lhe deu o nome que está acima de qualquer nome. E diante do nome de Jesus todo joelho se dobra no céu, na terra e nos inferno e toda língua proclama: Jesus Cristo é o Senhor para a glória de Deus Pai (Fl 2,9-11). Marcos completa esta informação dizendo que o povo, ao ver Jesus entrar triunfalmente em Jerusalém, estendeu seus mantos, espalhou seus ramos e gritou: Hosana (que literalmente significa: “dá-nos a salvação”)! Domingos de Ramos e da Paixão é, neste sentido, didático, catequético, litúrgico, pedagógico e propedêutico.

Ao longo dos outros dias da Semana Santa, sobretudo a partir da quinta-feira santa, nas outras celebrações adicionais, tais como a bênção dos santos óleos, o lava-pés, a adoração eucarística, a via-sacra e a encenação da paixão, o mistério da morte e ressurreição de Jesus, serão rememorados, demonstrados e prognosticados. Descaremos, aqui, de forma muito breve, somente as três Páscoas:

A Páscoa da Ceia: Na quinta-feira, celebramos a ceia do Senhor, a instituição do mandamento do amor fraterno e do sacerdócio ministerial. João, o evangelista, interpreta o sentimento mais profundo de Jesus, na última ceia, com as seguintes palavras: “tendo Jesus amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim” (Jo 13,1). Durante a ceia, Jesus cingiu-se com uma toalha e lavou os pés dos discípulos. Em seguida, comeu a páscoa com eles. Nesta celebração, comumente chamada de “Páscoa da Ceia”, Jesus se dá no pão e no vinho. Seu corpo e seu sangue já não são mais seus. Já foram dados. Portanto, Jesus sai da ceia literalmente morto.

A Páscoa da Cruz: Na sexta-feira este sentimento de doação de Jesus chega ao seu ápice. Jesus não somente anuncia, introduz e simboliza, mas também realiza e expressa, de forma total e radical, esta sua sede de doação. É na celebração da adoração da cruz que a Igreja faz memória litúrgica da Páscoa da Cruz. Os evangelistas traduzem, com palavras muito fortes, o que aconteceu na hora da morte de Jesus, ao afirmar que houve uma celebração fúnebre, da qual participou inteiramente a criação: “uma escuridão cobriu a terra, o sol escondeu-se, o véu do templo rasgou-se em dois, a terra tremeu, os mortos ressuscitaram” (Lc 23,45; Mc 15,38; Mt 27,51-52). Importante também foi a profissão de fé do centurião romano: “verdadeiramente este homem era Filho de Deus” (Mc 15,39). A morte na cruz, segundo o papa emérito Bento XVI, “é um acontecimento cósmico e litúrgico”. Depois disso, inicia-se o grande silêncio litúrgico.

A Páscoa da Ressurreição: Todos os sentimentos de luto, de vigília, vividos em profundo espírito de contrição, comoção, obediência, luto e oração, são quebrados pelos brados de alegria e de aleluia, cantados nesta da vigília pascal que, segundo Santo Agostinho, é a mãe de todas as vigílias. O clima litúrgico se transforma totalmente quando a comunidade cristã proclama, solenemente, a ressurreição de Jesus. Trata-se, pois, de uma solene celebração de vigília. Destacamos aqui a celebração da luz, da água, da renovação das promessas batismais, da Palavra, em abundância, na qual se faz memória da criação, da libertação do Egito e em crescendo, se passa por todas as fases salientes da história da salvação, até chegar à glória da ressurreição. Quem chega a crer na ressurreição, crê no mistério final e sublime da fé cristã e chega ao ponto mais alto da espiritualidade cristã.

É tudo isto que celebramos na Semana Santa. Depois desta solene noite santa, tudo passa a ser páscoa, ressurreição e vida nova, até que se complete cinquenta dias.

Então, boa Semana Santa para todos nós.

Disponível em: http://www.cnbb.org.br/artigos-dos-bispos-1/dom-pedro-brito-guimaraes-1/16167-o-que-se-celebra-na-semana-santa

quarta-feira, 18 de março de 2015

PAPA FRANCISCO NOMEIA BISPO AUXILIAR PARA A ARQUIDIOCESE DE SÃO LUÍS

Saiu no início desta quarta, a nomeação do bispo auxilar para a Arquidiocese de São Luís do Maranhão. Veja a notícia na íntegra publicada pelo site do Vaticano:

Nomeação de São Luís do Maranhão (Brasil)

O Santo Padre transferiu para o cargo de bispo auxiliar de São Luís do Maranhão (Brasil), atribuindo-lhe a sede titular de Súmula , Mons. Esmeraldo Barreto de Farias, até agora arcebispo de Porto Velho.

Mons. Esmeraldo Barreto de Farias

Mons. Esmeraldo Barreto de Farias nasceu 04 de julho de 1949, em Santo Antônio de Jesus, Diocese de Amargosa.Frequentou os estudos em filosofia na " Universidade Federal de Minas Gerais e teologia no Instituto de Teologia da Pontifícia Universidade Católica de São Salvador da Bahia.

Foi ordenado sacerdote em 09 de janeiro de 1977.

No decorrer do ministério sacerdotal foi vigário na Paróquia Senhor do Bonfim, de Jiquiriçá (1977-1992), servindo ao mesmo tempo de serviço para as paróquias nos municípios de Santa Inês e Brejões (1977), Mutuípe (1.979-1.986) e Ubira ( 1983-1987), a Diocese de Amargosa (Bahia) e Parelhas, no Rio Grande do Norte. Ele também foi coordenador da equipa da Pastoral Diocesano Rural; Administrador Diocesano de Amargosa durante o lugar vago (1988); colaborador para a direção espiritual do Seminário Maior de Amargosa; Vigário na paróquia São Benedito, em Santo Antônio de Jesus (1992-1997) e Coordenador Nacional dos Sacerdotes do Prado (1991-2000).

Eleito bispo de Paulo Afonso 22 de março, 2000, foi consagrado em 11 de junho.

Em 28 de fevereiro de 2007, ele foi transferido para a Diocese de Santarém.

Dentro da Conferência Episcopal, serviu como membro do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e Presidente da Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e Vida Consagrada (2007-2011).

Em 30 de novembro de 2011, foi nomeado Arcebispo de Porto Velho

sexta-feira, 13 de março de 2015

SÃO JOSÉ DE RIBAMAR, ROGAI POR NÓS!

Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís do Maranhão


O que sabemos de São José? Muito pouco, porém o suficiente.


Os evangelhos de Mateus e Lucas nos falam que José era descendente de Davi e que residia no povoado de Nazaré, na região da Galileia. Informam-nos ainda que José tinha como profissão o ofício de “tekton”. Essa palavra grega, língua na qual os evangelhos foram escritos, não indica sem mais nem menos a profissão de carpinteiro, como comumente a tradição tem identificado a profissão de José. Naquele tempo, as profissões não eram tão especificadas. “Tekton” indicaria, antes, um profissional envolvido na construção civil, que trabalhava tanto com madeira como com pedra. Além disso, pesquisas arqueológicas recentes indicam que, no tempo de Jesus, os profissionais da construção civil, durante a época do plantio e da colheita, dedicavam-se também à agricultura.

Lucas diz que “ao iniciar seu ministério, Jesus tinha cerca de trinta anos” e que “Ele era, segundo se pensava, filho de José” (Lc 3, 33). Marcos não cita o nome de José, mas nos dá uma informação preciosa (6, 3) a respeito de Jesus, a saber, que ele exerceu a mesma profissão de José. Por ocasião da visita de Jesus a Nazaré, seus conterrâneos, tentando desqualificar sua pregação, exclamaram: “Não é ele o carpinteiro (tekton), o filho de Maria?”. O fato é que temos um período de trinta anos no qual, tirando o episódio da perda do adolescente Jesus no templo, nada mais foi registrado. A tradição cristã – corroborada pelos evangelhos que, em nenhum momento, citam o nome de José durante a vida pública de Jesus – tem sido unânime em afirmar que José teria morrido antes de Jesus se tornar um pregador ambulante.

Em termos teológico-espirituais, o evangelho de Mateus diz que José “era um homem justo”. Nessa curta expressão – usada mais vezes na Bíblia –, podemos entender que José era um homem honesto, correto, transparente, temente a Deus, em suma, um homem santo.

Guiado por agudo senso teológico, o Povo de Deus, em todos os tempos e lugares, tem dedicado a São José um grande carinho e devoção. Também aqui no Maranhão. Quem não conhece, ao menos de ouvir falar, o Santuário de São José do Ribamar, localizado na cidade do mesmo nome?  Lá podemos admirar muitas coisas. Primeiro, a imagem oficial, no interior do santuário, que mostra José, Maria e, no meio, o menino Jesus. São José, de botas, segura a mão do menino. Na praça, em frente à igreja, um conjunto de imagens, organizadas em estações, representam algumas cenas da vida de São José. É o chamado “Caminho de São José”. E, bem na ponta, em frente ao mar, ergue-se a enorme estátua de São José, segurando pela mão o menino Jesus.

Uma das primeiras decisões do papa Francisco, após sua escolha para o pontificado, foi a de incluir nas orações eucarísticas (cânones) o nome de São José. Devemos entender esse gesto não como algo secundário e sem importância. O papa quer lembrar à Igreja que Deus cuida de nós, que envia seus anjos para nos tomar pela mão e nos conduzir. Exemplo disso é São José, o protetor da Sagrada Família.

Portanto, repitamos neste mês de março: São José, rogai por nós!

Fonte: http://www.arquidiocesedesaoluis.com.br/artigos/sao-jose-de-ribamar-rogai-por-nos/

NOTA DA CNBB SOBRE A REALIDADE ATUAL DO BRASIL


 “Pratica a justiça todos os dias de tua vida e não sigas os caminhos da iniquidade” (Tb 4, 5)


O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília-DF, nos dias 10 a 12 de março de 2015, manifesta sua preocupação diante do delicado momento pelo qual passa o País. O escândalo da corrupção na Petrobras, as recentes medidas de ajuste fiscal adotadas pelo Governo, o aumento da inflação, a crise na relação entre os três Poderes da República e diversas manifestações de insatisfação da população são alguns sinais de uma situação crítica que, negada ou mal administrada, poderá enfraquecer o Estado Democrático de Direito, conquistado com  muita luta e sofrimento.

Esta situação clama por medidas urgentes. Qualquer resposta, no entanto, que atenda ao mercado e aos interesses partidários antes que às necessidades do povo, especialmente dos mais pobres, nega a ética e desvia-se do caminho da justiça. Cobrar essa resposta é direito da população, desde que se preserve a ordem democrática e se respeitem as Instituições da comunidade política.

As denúncias de corrupção na gestão do patrimônio público exigem rigorosa apuração dos fatos e responsabilização, perante a lei, de corruptos e corruptores. Enquanto a moralidade pública for olhada com desprezo ou considerada empecilho à busca do poder e do dinheiro, estaremos longe de uma solução para a crise vivida no Brasil. A solução passa também pelo fim do fisiologismo político que alimenta a cobiça insaciável de agentes públicos, comprometidos sobretudo com interesses privados. Urge, ainda, uma reforma política que renove em suas entranhas o sistema em vigor e reoriente a política para sua missão originária de serviço ao bem comum.

Comuns em épocas de crise, as manifestações populares são um direito democrático que deve ser assegurado a todos pelo Estado. O que se espera é que sejam pacíficas. “Nada justifica a violência, a destruição do patrimônio público e privado, o desrespeito e a agressão a pessoas e Instituições, o cerceamento à liberdade de ir e vir, de pensar e agir diferente, que devem ser repudiados com veemência. Quando isso ocorre, negam-se os valores inerentes às manifestações, instalando-se uma incoerência corrosiva, que leva ao seu descrédito” (Nota da CNBB 2013).

Nesta hora delicada e exigente, a CNBB conclama as Instituições e a sociedade brasileira ao diálogo que supera os radicalismos e impede o ódio e a divisão. Na livre manifestação do pensamento, no respeito ao pluralismo e às legítimas diferenças, orientado pela verdade e a justiça, este momento poderá contribuir para a paz social e o fortalecimento das Instituições Democráticas.

Deus, que acompanha seu povo e o assiste em suas necessidades, abençoe o Brasil e dê a todos força e sabedoria para contribuir para a justiça e a paz. Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, interceda pelo povo brasileiro.

Brasília, 12 de março de 2015.



             Dom Raymundo Cardeal Damasceno Assis
             Arcebispo de Aparecida – SP
Presidente da CNBB




Dom José Belisário da Silva, OFM
Arcebispo de São Luis do Maranhão – MA
Vice Presidente da CNBB

quarta-feira, 11 de março de 2015

BEATIFICAÇÃO DE DOM OSCAR ROMERO

O bispo mártir de El Salvador, Óscar Arnulfo Romero, será beatificado no próximo dia 23 de maio, segundo anunciou, em terras salvadorenhas, o postulador da causa, cardeal Vicenzo Paglia.

A informação é publicada por Religión Digital, 11-03-2015. A tradução é de IHU On-Line.

O presidente do Pontifício Conselho para a Famíia, que se encontra na América Central ultimando os detalhes do evento, adiantou a data na véspera do aniversário do assassinato de Rutilio Grande.

“Não se pode entender a Romero sem Rutilio”, declarou.

Paglia chegou a El Salvador para reunir-se com o presidente Salvador Sánchez Cerén e a alta hierarquia da cúria salvadorenha. O enviado do Vaticano já definira a data da beatificação e veio discutir a organização do evento com ambos.

Na tarde de hoje, Paglia visitará o túmulo de Romero e presidirá uma missa de ação de graças na paróquia de San José de La Montaña.

Romero foi assassinado no dia 24 de março de 1980, por ódio à fé.

Paglia acredita que que a demora da causa de beatificação somente confirma os desígnios de Deus. “Romero deveria ser beatificado sob o pontificado do primeiro papa latino-americano. Hoje consigo explicar mais profundamente as causas de tantos atrasos: Deus esperava o papa Francisco. Deus escreveu esta página com as linhas tortas dos opositores”, afirmou Paglia antes de viajar para El Salvador.

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/noticias/540702-romero-sera-beatificado-no-dia-23-de-maio

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA SANTA

Paróquia Nossa Senhora do Rosário e São Benedito publica programação da Semana Santa:




Fonte: http://srosariosbenedito.blogspot.com.br/2015/03/programacao-semana-santa.html

domingo, 8 de março de 2015

CDL 1º Nível - forania São Benedito.


O CDL tem se revelado uma das ferramentas pedagógicas mais importantes na renovação da Pastoral da Juventude e de outras iniciativas de evangelização da juventude no Brasil. Em muitos lugares tem sido uma nova possibilidade para renovar as lideranças e injetar novo ânimo e energia no trabalho pastoral com jovens. Diferente de outros cursos, o CDL tem como meta ir além de uma formação teórica e entregar um instrumento eficaz para superação da crise sentida em diferentes lugares na evangelização da juventude.

O curso será promovido pelo CFPJ - Coordenação Forânea da Pastoral da Juventude e aplicado por uma equipe, assessorada por Wellison Martins.

Objetivos:

O Curso de Dinâmica para Líderes – CDL 1º Nível é conhecido nacional e internacionalmente e tem como objetivos:

a) Transmitir habilidades de liderança para os participantes.As diferentes dinâmicas têm como finalidade criar situações de aprendizagem que possibilitem aos membros a aquisição das habilidades necessárias para assumirem cargos de liderança na comunidade e na pastoral. No CDL a equipe de líderes tem como base o princípio de que a melhor maneira para uma pessoa aprender um tema ou uma habilidade é criando uma situação de aprendizagem através da qual ela tenha que ensinar aos outros. As habilidades e hábitos que os cursistas adquirem, ao se prepararem para aplicar o curso, serão transferidos automaticamente para outras situações de pastoral: reuniões de coordenação, planejamento, avaliações, organização de atividades etc.

b) Adquirir hábitos importantes para uma pastoral eficaz: preparação séria, organização pessoal, trabalho de equipe, capacidade de refletir e de diagnosticar as causas das dificuldades enfrentadas, capacidade de procurar soluções e de dar continuidade a tudo o que foi planejado, através de um acompanhamento pessoal e sistemático.

c) Ser instrumento para chegar às paróquias e às comunidades. O  CDL deve servir como instrumento para aproximar grupos e integrá-los a uma rede de grupos, em nível diocesano. Trata-se de uma maneira de fortalecer uma pastoral orgânica.

d) Ser instrumento para formar grupos. Também deve ser instrumento para formar grupos de jovens em paróquias e/ou comunidades onde não há trabalho concreto com os jovens. Trata-se de uma estratégia, convidar para o curso os que não participam de uma organização na Igreja, e, ao final, propor-lhes a formação de grupos.

e) Criar laços afetivos mais profundos entre os líderes em níveis paroquial e diocesano e assim facilitar a continuidade.

f) Conectar a fé com a vida. O curso baseia-se em quatro temas: Dinâmica de Grupo, Dignidade da Pessoa Humana, Jesus Cristo e Igreja Comunidade. As diferentes dinâmicas ajudam os participantes a relacionar a Bíblia e a doutrina com as situações concretas em suas vidas.


CDL 1º Nível



É sempre com muito entusiasmo e alegria que iniciamos um trabalho a nível Forânico, e desta vez não será diferente, comunicamos a realização do 1º Curso de Dinâmica para Líderes - CDL 1º Nível - Forania São Benedito, que acontecerá entre os dias 01 e 03 de maio de 2015, em Humberto de Campos
O trabalho com os jovens da base estar sendo prioridade esse ano, a necessidade de investir no protagonismo jovem é grande. O CDL pode ser um excelente instrumento para preparar líderes que darão continuidade neste trabalho como Pastoral da Juventude, Movimentos Juvenis, Pastoral de Crisma, Pastoral Vocacional, entre outros.
não deixe sua resposta para a última hora. É necessário que encaminhe sua participação com a maior brevidade possível.
Critérios para que sua ficha seja aprovada:
1.não basta somente boa vontade! Preferencialmente, os candidatos devem ser enviados pela pastoral, movimento, padres ou comunidade em que participam para que possam reproduzi-lo, ao retornarem.  Os organizadores têm como estratégia aumentar o efeito multiplicador do curso.
2.  O curso tem sequência pedagógica importante, portanto, sua ausência durante uma parte dele prejudica seu aproveitamento e dos demais membros. Sua intenção de não se ausentar em nenhum momento do curso é condição imprescindível para que sua ficha seja aprovada. 
3.  A aprovação das fichas levará em conta a necessidade de distribuir as vagas igualmente entre os diferentes municípios da forania. 
4. Preferencialmente, exercer algum tipo de liderançana sua comunidade, pastoral ou movimento, ou estar se preparando para isso
5. terão preferência as pessoas que entregarem suas fichas primeiro e que preencherem os critérios necessários.

I. A opção mais prática para se inscrever é através da internet, basta clicar no link acima ou aqui.
II. Ou contactar o coordenador Forâneo da sua paróquia ou o Pároco.
Assim que recebermos sua ficha ela será analisada pela Equipe de Coordenação. Atendendo aos critérios acima citados e se houver vaga, enviaremos uma carta de reserva de vaga e fornecendo informações adicionais. Contatos podem ser feitos  por e-mail pjsbenedito@gmail.com ou por telefone (98) 99155-5138  / (98) 99621-7624 / (98) 99602-2523.
Ao receber a carta de reserva de vaga você deverá pagar o valor da TAXA DE INSCRIÇÃO (R$ 25,00) através de depósito bancário (as informações da conta corrente serão fornecidas na carta de reserva de vaga).
Durante o curso venderemos subsídios de formação para a Juventude. Aproveite A Oportunidade!
Abraços Fraternos.
Wellison Martins / Pe. Robério Lima