CONVITE
Caríssimos irmãos e irmãs,
Chegou o tempo esperado! Alegremo-nos e exaltemo-nos!
Você e sua família têm lugar especial. São convidados abri hoje a celebrar unidos a igreja, a Festa da Padroeira, NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO, que inicia hoje dia 27 de novembro a 08 de dezembro 2015. Com carinho de irmãos, na fé, abrimos o coração para a festa da nossa padroeira, NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO, precedida de uma longa preparação de toda comunidade eclesial e de todas as famílias católicas, das paróquias que formam o município de BACABEIRA, do qual a Imaculada Conceição é padroeira. Ação de Deus na missão. Nestes dias da festa caminharemos nessa verdade, unidos na mesma fé.
Que Maria, Mãe Imaculada, faça brilhar para nós a luz da fé!
Que todos os ungidos, que irão pregar e testemunhar a Boa Nova do Filho de Nossa Senhora da Conceição ajude-nos a assumir o nosso compromisso batismal através da prática do amor-proximidade-encontro com todos.••.
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
FORANIA SÃO BENEDITO CONCLUI CURSO DE MINISTROS DA CELEBRAÇÃO DA PALAVRA
A Forania São Benedito, concluiu nesse fim de
semana 20 de novembro, o curso de formação para novos ministros da Palavra.
Foram 20 pessoas das mais diversas Paróquias , que sob o auxilio do diácono
Carlos Augusto, do Pe Trindade, de outros padres e seminaristas, desde
fevereiro deste ano, se reuniam uma vez por mês para formação nas áreas
bíblicas, pastorais, eclesiológicas, doutrinal e litúrgica. terça-feira, 29 de setembro de 2015
PARÓQUIA DE SANTA RITA ENCERRA O FESTEJO DE SUA PADROEIRA
A Paróquia de Santa Rita de Cássia, encerrou no ultimo dia 28 de Setembro o festejo em honra de sua padroeira. Eis algumas fotos da missa de encerramento:
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
PARÓQUIA DE SANTA RITA INICIA A FESTA DA SUA PADROEIRA
A Paróquia Santa Rita de Cássia em Santa Rita, convida a todos para participarem do novenário em honra de sua padroeira, que acontencerá nos dias 18 a 27 de setembro.
Veja algumas fotos do novenário:
Veja algumas fotos do novenário:
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
MOVIMENTO EUCARÍSTICO JOVEM DA PARÓQUIA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO CELEBRA 18 ANOS DE CAMINHADA
MISSA EM AÇÃO DE GRAÇAS PELOS 18 ANOS DO MEJ MOVIMENTO EUCARÍSTICO JOVEM EM ROSÁRIO, QUE FOI CELEBRADA NA NOITE DESTE DOMINGO 13 DE SETEMBRO PELO PE. IVANILDO BARROS
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
SETEMBRO: MÊS DA SAGRADA ESCRITURA
"Desconhecer a Sagrada Escritura é desconhecer o próprio Cristo." (São Jerônimo)
Um dos motivos deste mês ser dedicado à Biblia Sagrada é o fato de comemorarmos a festa de São Jerônimo dia 30. Ele foi o grande tradutor da blíblia grega dos Setenta sábios para o Latim a pedido do papa Dâmaso I. A esta grande tradução foi dada o nome de Vulgata (= comum), isto porque, o império Romano tinha se espandido tanto que havia chegado ao mundo grego, e a lingua grega até então falada, estava aos poucos deixando de ser usada, uma vez que, quando o Império Romano conquistava uma província ou reino, ele impunha também o Latim - lingua falada em todo o império.
A biblia grega dos setenta sábios, traduzida cerca de 100 anos a.C, da Bíblia Hebraica estava quase em desuso. Por isso, Jerônimo, um padre da Igreja, a pedido do Papa Dâmaso, traduziu esta bíblia para o latim.
Por tão importante figura para a cristandade, a Igreja no Brasil resolveu dedicar este mês ao estudo e aprofundamento da Escritura Sagrada. E seguindo o plano quadrienal da CNBB para o estudo dos Evangelhos, este ano somos chamados a olhar com amor o Evangelho segundo João.
A seguir, daremos alguns pontos importantes, com chaves de leitura para o estudo do quarto Evangelho: este ano o tema do mês da bíblia é: "Permanecei no meu amor para dar muitos frutos" (Jo 15,8-9).
Esta perícope, é um resumo breve do texto base que está a venda nas livrarias católicas: Este é um artigo do Prof. Odalberto Domingos Casonatto
"Nos propomos nestas páginas apresentar algumas chaves de
leitura, que irão facilitar a proposta do estudo do evangelho de João nos
círculos Bíblicos, grupos de animação bíblica, com o método da leitura Orante,
tão conhecida em nossos grupos de estudo e animação pastoral. O Evangelho de
João sofreu, ao longo da história da interpretação, influências de uma leitura
espiritualista que impediu as comunidades de ver o texto, interpretá-lo e
atualizá-lo dentro de uma perspectiva transformadora e missionária. Com a
finalidade de utilizar “a leitura Orante” nos propomos apresentar algumas
chaves de leitura, a partir da realidade histórica da origem da Comunidade
Joanina e na perspectiva do hoje. O mês da Bíblia 2015 tem como objetivo
alimentar a espiritualidade dos discípulos missionários. São algumas chaves que
facilitarão a compreensão do texto e sua interpretação.
Primeira chave de Leitura: O Evangelho de João nasce na
vivência do seguimento da Comunidade Joanina.
Destacamos a comunidade como uma chave de leitura
importante. Ela foi, por assim dizer, o “laboratório” onde a proposta de Jesus
foi anunciada oralmente pelos apóstolos e vivida nas comunidades. É uma grande
riqueza a experiência da comunidade que deu origem ao Evangelho de João, suas
cartas e do Apocalipse.
Conhecer a história da Comunidade Joanina é chave de leitura
para interpretar o Evangelho de João e Cartas. Essa pertence à tradição do
discípulo amado e testemunho escrito e vivido ao longo do primeiro século (30
até 120 d.C).
A seguir tentaremos resumidamente construir a história da
Comunidade onde nasceu a tradição e a redação.
1ª Etapa - Origem da Comunidade (30 a 50 d.C.)
O discípulo amado aparece como discípulo de João (Batista) e
que em seguida segue a Jesus junto com André (1,35-40). A primeira Comunidade
forma-se com João, André, Simão, Felipe e Natanael. Pela índole de seus membros
se caracteriza como uma comunidade judeu- cristã que aceita Jesus como Messias,
profeta e rei de Israel. A profissão de fé de Natanael prova isto: “Rabi, tu és
o Filho de Deus, és o Rei de Israel”.
Notamos aqui Jesus convidando os primeiros discípulos ao
seguimento, mas João diferentemente dos sinóticos não narra a lista dos 12
primeiros discípulos.
2ª Etapa - A Comunidade Joanina cria identidade.
Pouco a pouco a Comunidade Joanina, em fidelidade radical a
memória de Jesus, passa a criar uma identidade própria (50-70 d.C.).
3ª Etapa - Expulsão da Comunidade das sinagogas o Evangelho
de João passa a ser escrito
A Palestina durante os anos de 64 a 74 d.C. vive um momento
critico. A guerra judaica contra Roma segue implacável, culminando com a
destruição de Jerusalém. A partir do ano 70 a Comunidade Joanina se defronta
com a perseguição da parte dos “judeus”, que expulsa os Cristão-judeus das
sinagogas e sofre perseguição do mundo (Império Romano). Neste período e
escrito o Evangelho (70 a 90 d.C.
4ª Etapa - As epístolas como resposta a crise em vista de
uma unidade
Neste período a Comunidade do discípulo amado sofre uma
crise interna. Existem membros da Comunidade que tentam espiritualizar o
Evangelho tendo como ponto de partida a Gnose, Religiões orientais e o
helenismo.
Depois das Cartas: Verifica-se a
união com a Igreja Apostólica (120 d.C)
Segunda Chave de leitura: A
Comunidade Joanina em meio aos conflitos
Conflito com o Império Romano
(mundo)
No ano 64 d.C. o Império Romano passa as mãos do Imperador
Nero (64-68) e os cristãos sofrem a primeira perseguição pública generalizada.
Uma outra perseguição mais violenta aconteceu 30 anos mais tarde com o
Imperador Domiciano (95-96). A obrigação de aderir às práticas da Religião
Imperial, o culto ao Imperador (adorar a César, ele é o Senhor), fez com que os
cristãos fossem perseguidos, pois negavam essas práticas.
Conflito com o Judaísmo.
Com a destruição do Templo (70 d.C) o Judaísmo
reorganizou-se em torno ao Sinédrio, tendo como centro o povoado de Jâmnia, na
proximidade do Mediterrâneo. Os fariseus começa a dirigir as sinagogas e a
expulsar os cristãos das sinagogas. No Evangelho aparece este conflito, os
judeus são aqueles que enxergam, mas não vêem os que rejeitam a luz vinda ao
mundo, são considerados pela Comunidade Joanina como filhos de Satanás.
Conflito com os discípulos de
João Batista
O número de vezes que aparece João Batista no texto do
Evangelho de João nos sugere a existência de problemas entre os discípulos de
João Batista e a Comunidade Joanina. O Evangelho coloca claramente que João
Batista não é o Messias, mas aquele que prepara e indica o caminho do Messias.
A inclusão dos versículos 6-8 e 15 no prólogo mostram que o
redator quer caracterizar muito bem João Batista. Nos versículos 6-8 João
aparece como testemunho da Luz, para que todos creiam por meio dele. Os
versículos 15 e 8 mostram o lado polêmico – “ele não era a luz”.
Conflito com a cultura grega
A Comunidade Joanina organizando-se na Ásia toma contacto
direto com outro mundo cultural. A esse mundo cultural se fazia necessário
traduzir a mensagem de Cristo, o que não era fácil e tranqüilo.
Conflitos internos na Comunidade
A Comunidade Joanina quando chegou à Ásia já haviam
percorrido uma caminhada de mais de 30 anos. A situação externa vivida nas
comunidades da Ásia agravava a situação de vivência do verdadeiro cristianismo.
Muitos até desanimaram e abandonaram a fé (é difícil demais - Jo 6,60). O que
faz a Comunidade Joanina sofrer ainda mais é que muitos não dão testemunho
vivencial do Cristo ressuscitado. Começou aparecer brigas internas, busca do
poder, ambição, falta de vida fraterna e desprezo entre os membros da
comunidade (Jo 9).
A preocupação de João, manifestada nos seus escritos, foi de
apresentar aos membros da comunidade uma volta ao essencial do Evangelho de
Jesus Cristo: o amor fraterno. No chamado livro da Comunidade que se estende do
capitulo 13 a aparecem textos, como o lava-pés, a videira e os ramos e a oração
sacerdotal que orientam a comunidade ao amor fraterno.
Terceira chaves de leitura: As
mulheres na Comunidade Joanina
A sociedade do tempo de Jesus discriminava as mulheres. Elas
eram oprimidas e marginalizadas. Jesus encontrou a situação da família
patriarcal e tomou um posicionamento novo e revolucionário. Sua atitude em
relação às mulheres tem um caráter eminentemente libertador. Dentre os
Evangelhos é o quarto Evangelho aquele que mais se aproxima da memória de
Jesus. A prática nova de Jesus em relação às mulheres transparece no texto,
onde encontramos varias passagens que a elas tem referência. Não podemos
entender a história da Comunidade Joanina ignorando esta característica. A
participação da mulher na vida da comunidade passa a ser chave de leitura
importante. Tentaremos lembrar passagens significativas onde transparecem a
participação feminina no texto do quarto Evangelho.
Maria, mãe e discípula de Jesus
A Mãe de Jesus aparece várias vezes ao longo do Evangelho.
Seu nome é citado 15 vezes e está relacionado às outras discípulas de Jesus.
Maria como Mãe de Jesus não aparece, Jesus a chama de “mulher”. Este fato indica
que Jesus tem sua mãe como discípula, como mulher que acredita nele e
evangeliza. O que une Jesus a sua mãe é a fé e não o sangue, este pensamento já
aparece nos sinóticos (Mc 3, 31-35; Mt 12, 46-50; Lc 8,19-21).
Na abertura do livro dos sinais (2-11) encontramos o fato
das Bodas de Caná (2, 1-12), Maria, a Mãe de Jesus sensibilizada pelo fato do
vinho ter terminado e diz a Jesus: “Eles não tem mais vinho”. Maria representa
a mãe dos viventes, representa o povo fiel que está a espera do Messias e ordena
aos serventes para estarem atentos a Jesus. O vinho abundante rompe o contexto
das Bodas de Caná e torna-se o primeiro sinal que João apresenta em seu
Evangelho. Jesus através deste milagre manifesta sua glória e os discípulos
creram nele. A mulher (Mãe de Jesus) se faz discípula de Jesus.
Encontramos a Mãe de Jesus, pela segunda vez, aos pés da
cruz, com o discípulo que ele amava (Jo 19, 25-27). O discípulo amado e a Mãe
são duas personagens importantes para entendermos a Comunidade Joanina. A Mãe
de Jesus novamente e chamada de “mulher” . Nesta passagem simboliza a
Comunidade do discípulo amado. João recebe Maria em sua casa, isto é, na
Comunidade. Na Comunidade ela é acolhida como Mãe (RICHARD,1994).
Jesus e a samaritana (Jo 4,
1-42)
Do encontro de Jesus com a samaritana muito já tem se
escrito. A mulher samaritana junto com tantas outras mulheres do tempo de Jesus
mostra a mulher numa das piores situações. A mulher por si só era desprezada,
além do mais era samaritana, e se não fosse suficiente estava em uma situação
difícil conforme narra o versículo 18, “por ter tido cinco maridos e por estar
vivendo com um que não e seu marido”. “Esta mulher foi à escolhida por Jesus
para uma revelação especial e tornou-se missionária na sua aldeia” (WEILER, 1993,
p. 100). O texto nos mostra que a Comunidade Joanina é constituída a partir das
discípulas de Jesus. Por sua vez a Igreja apostólica de Jerusalém colhe os
frutos daquilo que outros já tinham semeado e cresce sobre a fadiga do trabalho
de tantos apóstolos e missionários.
Marta e Maria, irmãs de Lázaro
(Jo 11-12)
O texto do Evangelho de João nos fala que Marta, Maria e
Lázaro constituem em Betânia a Comunidade de Jesus. Betânia servia de
entroncamento de estradas que vinham de Jericó para Jerusalém e daí seguiam
para Belém. A população na sua maioria era formada de Galileus, sendo assim o
lugar preferido de Jesus para se hospedar, quando das suas viagens a Jerusalém
para cumprir os rituais da lei que prescreviam a vinda a Jerusalém nas três
festas anuais de preceito.
Um fato digno de nota é a confissão de fé de Marta: “Eu
creio que tu és o Cristo, o filho de Deus que devia vir a este mundo” (Jo
11,27). Alguns autores colocam esta profissão de Marta como correspondendo a
confissão de Pedro: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mt 16,16; Mc 8,29).
Mas estes autores dizem que o valor teológico desta confissão de Pedro e muito
menor que a de Marta.
Maria Madalena a testemunha da
ressurreição.
Maria Madalena é testemunha ocular do fato da ressurreição:
“vi o Senhor” (Jo 20, 1-18). É a autêntica discípula de Jesus e faz o primeiro
anuncio da Ressurreição, como também da Nova Aliança: “Vai e dize aos meus
irmãos que subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus”.
Quarta Chaves de leitura: Os pobres, os marginalizados e os
desprezados como ponto referencial.
O Evangelho de João caminha em outra direção com referência
aos sinóticos. Para o evangelista João o pobre aparece na figura do doente que
Jesus cura, no desprezado, no marginalizado (samaritanos) e nos excluídos.
A palavra pobre no Evangelho de João aparece raramente,
apenas em quatro citações. O peso teológico e social e bem menor daquele que
aparece nos sinóticos. O texto de Jo 12, 5.6 e 13,29 fala de pobres, mas longe
de ter importância teológica para aprofundamento da questão. Um texto mais
significativo seria de 12,8: “Pois sempre tereis pobres convosco, mas a mim nem
sempre me tereis”. Provavelmente esta frase João a trouxe da tradição sinótica
e ao longo da história da exegese ofereceu as mais diferentes interpretações. A
preocupação disfarçada de Judas dá a entender uma preocupação paternalista em
relação aos pobres. Entretanto, a comunidade que vivencia o Cristo e seu
projeto, será eminentemente pobre e, por esta razão, sempre aberta aos outros
pobres. A frase indica a forma de relação que existe entre os pobres e a
Comunidade Joanina. A Comunidade esta separada do mundo, mas não esta separada
dos pobres (MATEOS; BARRETO, 1989).
Os doentes e enfermos aparecem em grande número de citações
do Evangelho de João, sempre com o sentido de fraqueza, corporal e falta de
participação social.
João escolhe “a dedo” os milagres que Cristo realizou, para
a narrativa de seu Evangelho. A cura do filho do funcionário real (4, 43-54)
fato inusitado por se tratar do filho de um burocrata ligado à casa de Herodes;
a cura do paralítico na piscina de Betesda, onde ali se encontravam numerosos
doentes, cegos, coxos, paralíticos a espera de um milagre (5,1-9); a cura do
cego de nascença (9,1-12) que o texto tão bem o descreve como sendo um
marginalizado pela sociedade, estava mendigando a beira do caminho. E o último
e maior de todos os milagres a ressurreição de Lázaro onde, além de ser pobre,
vivendo nas periferias de Jerusalém estava doente, prestes a morrer.
Jesus deixa um ensinamento novo nestas curas que operou:
a) Vai ao encontro dos pequenos e marginalizados e dá a eles
possibilidade de vida.
b) No fato do milagre, Cristo deixa claro que não está no
Império Romano a solução para os pobres e doentes etc, nem estava em uma
escatologia futura e nem na espera do Messias, mas o mundo novo tem início com
Jesus o verdadeiro “eschaton”.
É notório nos textos do Evangelho de João o fato que Jesus
vai ao encontro dos discriminados. O mais significativo nos aparece no encontro
de Jesus com a samaritana e o caminho que Ele percorreu através da Samaria. No
mundo novo não há lugar para uma religião que exclui pessoas, grupos ou etnias.
Todos são chamados a viverem o verdadeiro Evangelho de Jesus.
Concluindo:
Olhando o conjunto da obra de João e o que se propõe o mês
da Bíblia deste ano 2015 com o tema e lema: Discípulos e Missionários a partir
do Evangelho de João.
“Permanecei no meu amor para dardes muitos furtos” (Jo
15,8-9), somos convidados a assumir o convite de Jesus para sermos seus
discípulos na comunidade. Ele nos desafia os conflitos são enormes, mas nada
que possa nos tirar da missão evangelizadora. Os desafios são permanentes para
os responsáveis pela Igreja e comunidades. João no seu evangelho nos indica que
a presença da mulher na obra de evangelização é fundamental. O evangelho de
João enaltece a presença de Maria mãe de Jesus, da mulher samaritana de Marta e
Maria, Madalena e outras. Finalizando se quisermos ter a presença de Jesus em
nosso ministério, o fator mais importante sempre e estar ao lado dos pequenos e
fracos estes são os preferidos de Deus. O evangelho de João nos indica. Na
leitura orante dos textos do evangelho de João neste mês Bíblico de 2015 estas
chaves de leitura deverão estar presentes como alavancas na compreensão do
seguimento de Jesus. Assim a frase de Jesus se cumprirá: “Permanecei no meu
amor, para dar muitos frutos (Cf. Jo 15,8-9).
Disponível em: http://www.abiblia.org/ver.php?id=8622
Consulta:
Ballarini, T., Introdução a
Bíblia IV, Vozes, Petrópolis, 1989.
Brown, R.E., A Comunidade do
Discípulo Amado, Paulinas, São Paulo 1982.
Cothenet, E.... et. al., Os
Escritos de João e a Epistola aos Hebreus, Biblioteca de
Ciências Bíblicas 6, Paulinas,
São Paulo 1988, 56-61.
Jaubert, A., Leitura do
Evangelho Segundo João, Paulinas, São Paulo 1982.
Konings, J., Encontro com o
quarto Evangelho, Vozes, Petrópolis 1974.
Mateos, J. - Barreto, J., O
Evangelho de São João, Paulinas, São Paulo, 1989.
Richard, P., Chaves para uma releitura histórica e
libertadora (quarto Evangelho e Cartas), Ribla 17 (1994) 7-26.
terça-feira, 8 de setembro de 2015
FORANIA SÃO BENEDITO REALIZA DIA ALEGRE COM CRISTO
A Forania São Benedito realizou no dia 30 de agosto, na Paróquia Imaculada Conceição da Bem Aventurada Virgem, em Bacabeira, o Dia Alegre com Cristo. Este encontro reuniu jovens da nove paróquias da Forania São Benedito, que passaram todo o dia em oração e convivência fraterna.
O Dia alegre com Cristo foi conduzido pelos seminarista da James, Bruno e Bryan, ambos da Arquidiocese de São Luis, e orientado pelo padre Marcos André, animador vocacional da Forania.
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